Para que o capitalismo sobreviva, é necessário a existência de dois elementos básicos: mão-de-obra e consumidores. Visando ampliar seus lucros, os proprietários dos meios de produção reduzem ao máximo o gasto com mão-de-obra e produtos manufatureiros. Tal não acontece apenas nos países subdenvolvidos, mas também nos países ao norte do hemisfério. A medida que as novas tecnologias substituem cada vez mais a presença humana nas fábricas, diminui-se significativamente a capacidade de consumo do homem. O resultado final será a própria destruição dos meios de produção, resultado da diminuição da capacidade de consumo.
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É preciso priorizar o social
Para que o capitalismo sobreviva, é necessário a existência de dois elementos básicos: mão-de-obra e consumidores. Visando ampliar seus lucros, os proprietários dos meios de produção reduzem ao máximo o gasto com mão-de-obra e produtos manufatureiros. Tal não acontece apenas nos países subdenvolvidos, mas também nos países ao norte do hemisfério. A medida que as novas tecnologias substituem cada vez mais a presença humana nas fábricas, diminui-se significativamente a capacidade de consumo do homem. O resultado final será a própria destruição dos meios de produção, resultado da diminuição da capacidade de consumo.
Um novo modelo para a sociedade
Estou cada vez mais convencido que os dois sistemas econômicos - capitalismo e socialismo - possuem falhas e acertos. Ao mesmo tempo que o capitalismo oprime, gera conflito entre os povos, ele oferece facilidades ao homem. Mas que facilidades? Tecnológicas, é claro. Imagine como seria o mundo hoje sems os meios de comunicação, os automóveis, as aeronaves, os eletrodomésticos etc. Essas tecnologias tornam a vida mais fácil, mais ágil.
Os caminhos do poder
Infelizmente alguns parecem caminhar por uma via contrária, se aliando a pseudo-esquerdistas e caindo no mesmo erro da politíca tradicional. Ao que parece, o interesse de alguns não é mais fazer política para o povo, mas sim para si mesmos. Nas reuniões e assembléias partidárias não se discute mais projetos de governo, mas sim estratégias de campanha. O interesse hoje parece ser apenas fazer candidato, nada mais. Cada um que leve sua própria bandeira.
Existem inúmeros partidos de "esquerda", mas poucos fieis a ideologia socialista. São apenas partidos de aluguel, servindo aos interesses da classe dominante. O mais interessante é que alguns, seja por inocência ou conveniência própria, são discípulos das idéias de Voltaire -"Não concordo com nenhuma palavra que você diz, mas defenderie até a morte o seu direito de dizê-las ". São tolos úteis nas mãos da burguesia estadinense. Sabem que há algo de errado, mas nada fazem para mudar a situação. É o jogo do poder - dirão alguns. Afinal, os fins justificam os meios.
É preciso respeitar a América Latina
A América Latina sempre foi vista como uma espécie de "subúrbio do mundo", uma "fonte de recursos naturais e humanos" dos países desenvolvidos. A fome e a desigualdade social são consequências da intervenção dos países ricos, como os EUA, que desde a independência dos países latinos vêm dominando-os abertamente. Com o término da Segunda Guerra Mundial e o inicio da Guerra Fria, dois principais polos passaram a se opor: o norte-americano (capitalista) e o soviètico (socialista), com suas respectivas àreas de influência, constituídas pelos países que apoiavam esta ou aquela superpotência. A América Latina, que sempre esteve submetida aos caprichos americanos, passou a ser dominada de maneira mais visível a partir da década de 60.
Durante os governos militares, os EUA ampliaram sua influência na América Latina. Atualmente os EUA prosseguem em seus esforços para manter o continente como área dos seus interesses estratégicos. Momentaneamente, concentram suas atenções na desertatização de Cuba e da Revolução Bolivariana da Venezuela, no esmagamento da luta guerrilheira na Colômbia.
Veja e Cia: contrainformação e neoliberalismo
Enquanto o mundo discuti a questão do aquecimento global e o avanço do desmatamento em áreas tropicais, na mesma edição de 2005 a revista criticou a criação da reserva indígena Serra do Sol. Destacamos a seguir parte do referido artigo.
“Em vez de transformar a região num celeiro de grãos e gado, sucessivos governos passaram a dar maior ênfase à preservação da floresta, à criação de santuários ecológicos e à manutenção dos índios no estágio pré-histórico abrindo espaço apenas para projetos econômicos ambientalmente corretos. Nada de grandes e incertas investidas desenvolvimentistas em franco desafio à vocação da floresta. Em Rondônia e no Pará, o progresso ainda conseguiu manter abertas algumas clareiras. Mas, nas regiões de mata mais fechada e terras alagadas, afogou-se o sonho de uma Amazônia desenvolvida”.
Parece insanidade, mas é a pura realidade: o articulista chama de “progresso” a manutenção de algumas clareiras em áreas menos fechadas da Amazônia, e chama de pré-históricos os índios que vivem na região – em especial da reserva Serra do Sol. Eles são a favor do militarismo, como vemos na sequência do próprio artigo.
“O problema mais dramático ocorre atualmente em Roraima. Os brasileiros e seus descendentes que acreditaram na pregação dos militares estão agora em Roraima perdidos na contramão da história, insistindo em vão em ser cidadãos produtivos, integrados à economia moderna, quando tudo a sua volta – governo, igrejas e ambientalistas – conspira para devolver a mata a seu estado prístino”.
Mais uma vez o colunista usa de chacota ao chamar a mata (floresta) de prístino (adjetivo poético de prisco, ou seja, antigo, passado). Trocando em miúdos, o autor prefere o desenvolvimentismo militarista destruidor e consumista à preservação da fauna e flora amazônica. Um típico comentário de um capitalista e com um tom yanque.
DIGA SIM A REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO
A redução das atuais 48 horas semanais para 44 será capaz de gerar mais de 3 milhões de novos empregos. Logicamente os menos intessados no projeto são as multinacionais, que submetem seus funcionários a duras jornadas de 12 horas dia. O objetivo, é óbvio, é a redução de gastos com funcionalismo.
As primeiras multinacionais para aqui vieram na década de 50, atraídas pelas facilidades oferecidas pelo governo, como mão-de-obra barata, matérias primas em abundância, leis trabalhistas menos rigídas, impostos baratos etc. Mas os tempos mudaram. O governo Lula tem sido um exemplo de administração comprometida com a classe trabalhista, com aumento salarial progressivo, prouni, endurecimento da leis trabalhistas, redução de impostos para pequenas e micro-empresas.




