A redução das atuais 48 horas semanais para 44 será capaz de gerar mais de 3 milhões de novos empregos. Logicamente os menos intessados no projeto são as multinacionais, que submetem seus funcionários a duras jornadas de 12 horas dia. O objetivo, é óbvio, é a redução de gastos com funcionalismo.
As primeiras multinacionais para aqui vieram na década de 50, atraídas pelas facilidades oferecidas pelo governo, como mão-de-obra barata, matérias primas em abundância, leis trabalhistas menos rigídas, impostos baratos etc. Mas os tempos mudaram. O governo Lula tem sido um exemplo de administração comprometida com a classe trabalhista, com aumento salarial progressivo, prouni, endurecimento da leis trabalhistas, redução de impostos para pequenas e micro-empresas.




